Este pequeno país na costa ocidental atlântica conta com cerca de onze milhões de habitantes. As Igrejas cristãs da Guiné têm apenas 5%, da população, uma pequena minoria, e cerca de 85% da população professa a fé islámica. Em 2016, apoiamos a Igreja na Guiné sobretudo na formação de religiosas e leigos.

A Igreja na Guiné sente-se muitas vezes isolada. De aproximadamente 11 milhões de habitantes, apenas 272.000 católicos recebem assistência de cerca de 120 sacerdotes em somente três dioceses. As Igrejas sofreram sobretudo nos anos 60 do séc. XX sob a ditadura de Sekou Touré, que oprimiu brutalmente a fé cristã e que em Maio de 1967 de um dia para o outro expulsou 200 missionários do país.

Religiosas das Irmãs de São José de Cluny a dar a comunhão a doentes em hospitais e clínicas.
Religiosas das Irmãs de São José de Cluny a dar a comunhão a doentes em hospitais e clínicas.

» Com a nossa ajuda, queremos colocar a primeira pedra para uma melhor formação de seminaristas na Guiné. «

A formação de sacerdotes locais é aqui até hoje um dos maiores desafios. De facto, em Novembro de 2008 foi possível inaugurar festivamente o primeiro seminário da Guiné “Papa Bento XVI”, mas está a ser urgentemente necessária uma ampliação e melhor equipamento para o seminário. A ACN apoiou o projeto em todas as fases de construção para que aí possam ser formados sob as melhores condições possíveis.

A ACN cofinanciou a construção do seminário principal Papa Bento XVI em Kendoumayah.
A ACN cofinanciou a construção do seminário principal Papa Bento XVI em Kendoumayah.

Por isso, ficamos muito felizes com as palavras do Cardeal D. Robert Sarah que nos escreveu: “Agradeço à ACN o apoio na formação de sacerdotes, seminaristas, religiosos e religiosas, assim como a construção de igrejas e casas para encontros e retiros espirituais destinadas aos nossos bispos e sacerdotes.”